O preconceito é o veneno que atinge a nossa sociedade, pois quando se acho que essa barreira foi quebrada, percebe-se que á muito para se batalhar, sendo tanto nas suas mais variadas formas: racial, religioso, étnica e sexual; mas á pessoas que apoiam e vencem essas barreiras, porque  percebe-se que o diferente é normal e é essa diferença que nós torna únicos e tão próximos, pois acima de tudo todos somos seres racionais e humanos, entender o próximo é nosso papel social e logico.  

 

"Não e preciso amar a todos e sim respeitar e tratar a todos da mesma formo."

                                                                                                          Autor - Giulio Cesar

 

Com espirito á isso, o vídeo da semana apoio à campanha do Põe Na Roda, que retrata um assunto polêmico para alguns, mas que deveria se tratar com total naturalidade, porque não se tem nada de anormal em ser gay, lésbica, bissexual e transexual.

 

Descrição do vídeo no canal: Por que criminalizar? Sabia que até heterossexual já sofreu homofobia? Quantos gays são alvo de violência homofobia no país? O que fazer? O porquê é tão preciso criminalizar este tipo de agressão. #ESeFosseComVoce

 

Dica: Apoie essa ideia, todos podemos ser vitimas independente de ser ou não ser, basta uma confusão! 

 
 
"#ESeFosseComVoce"
 
 
Fonte do vídeo: Põe Na Roda
 
Autor: Giulio Cesar Corrêa.
Fonte da imagem: Divulgação/Lionsgate
 
Os Mercenários 3 traz um dos maiores elenco dos últimos tempos, com Harrison Ford, Terry Crews, Jet Li, Glen Powell, Randy Couture, Dolph Lundgen, Kellan Lutz, Jason Statham, Antonio Banderas, Victor Ortiz, Sylvester Stallone, Mel Gibson, Kelsey Grammer, Arnold Schwarzenegger, Ronda Rousey e Wesley Snipes.
No novo longa-metragem, Barney (Stallone), Christmas (Statham) e o restante do grupo ficam cara a cara com Conrad Stonebanks (Gibson), que, anos antes, fundou Os Mercenários, junto com Barney. Desde então, Stonebanks se tornou um traficante de armas implacável e alguém que Barney foi forçado a matar — ou, pelo menos, foi isso o que ele achava que tinha acontecido.
 
Todos os fãs de ação, de Stallone e companhia estão ansiosos com a estreia de Os Mercenários 3, no próximo mês de agosto, e um novo clipe promocional promove a adrenalina da produção.
 
 
Autor: Giulio Cesar C. P.
 
 

Imagem retirada da internet
Na ultima terça-feira (24), a Universidade do Planalto Catarinense (uniplac), recebeu a presença do secretário do meio ambiente e serviços públicos Mushue Dayan Hampel Vieira. Na ocasião, Hampel que também é vereador pelo município de Lages debateu com os alunos da primeira fase de jornalismo diversos temas que dizem respeito a cidade, além disso respondeu a varias dúvidas dos acadêmicos presentes.

O secretário deu ênfase a alguns pontos da sua gestão. Segundo ele desde que assumiu o cargo, são visíveis as melhorias em várias áreas da cidade. Dentre os temas abordados, ele destacou as reformas na rodoviária e no aeroporto e também falou sobre os cuidados com dois dos principais pontos turísticos de Lages: o parque Jonas Ramos (tanque) e o Morro da Cruz. Para Hampel essas melhoras contribuem tanto na qualidade de vida do cidadão, como também deixam a cidade visualmente mais bonita.

Hampel citou ainda os diversos campos onde o meio ambiente e a defesa civil atuam. Situações que vão desde alagamentos e desmoronamentos a resgate de animais e outras situações inusitadas, sempre realizando os serviços com agilidade e precisão, o que deixa claro a importância desses órgãos públicos para a população. No final da entrevista, o secretário deu a sua opinião sobre o colégio Aristiliano Ramos. Segundo ele a demolição seria a atitude mais correta, já que assim ampliaria o calçadão e não diminuiria em nada o valor sentimental e o que a escola representa para a cidade.

Sem dúvidas, a oportunidade de conversar e entrevistar uma pessoa com essa relevância dentro de Lages, acrescentou muito conhecimento e será de grande importância para todos os alunos na continuidade do curso.

                             Parque Jonas Ramos: Parte da história de Lages

Quem simplesmente vê o parque hoje, frequentado por mães passeando com carrinhos de bebê e por adolescentes que jogam basquete e conversam animadamente, não imagina que sua história remonta aos tempos da fundação de Lages. Chamado até hoje pelos mais velhos de "tanque", o local era usado pelas mulheres para lavar roupas - e as crianças aproveitavam para tomar banho. O lago, hoje urbanizado e ocupado por pedalinhos, foi construído por volta de 1771 a partir de um pequeno córrego represado, para que as mulheres pudessem realizar essas atividades sem correr o risco de ataques de índios e de animais, como eventualmente ocorria nos rios. A iniciativa foi de Correia Pinto, o fundador da cidade. Uma antiga lenda diz que, desde que uma mãe abandonou o filho recém-nascido no local, deixando-o morrer afogado, o lago abriga uma serpente gigante, que só não escapa e ataca a cidade graças à proteção de Nossa Senhora dos Prazeres. 




Saiba mais: 


Aeroporto de Lages negocia voo diário para São Paulo
Secretário explica situação de aterro sanitário 

Alceu Valença, Jay-Z, Bob Marley, Rita Lee e outros artistas estão entre os escolhidos do público abordado nas ruas

O primeiro vídeo da série "Qual é o seu Flow?", lançado pela Deezer em seu canal no Youtube, mostra as músicas que pessoas abordadas nas ruas estavam ouvindo em seus dispositivos móveis.
 
Getty Images
O rapper Pitbull
 
O resultado é uma playlist colaborativa que tem de Alceu Valença a Jay-Z citados pelos torcedores brasileiros como trilha para "Dia de Jogo". Veja o vídeo. 
 
 
"Descubra qual é o seu FLOW na Deezer! #NoFlowDeezer
Inspirado na série Hey You! What are you listening to?
 
Autor: Giulio Cesar C. P.

 

O sucesso do pagode da década de 90 foi estrondoso, mais isso começou com o aparecimento de grupos como Só Pra Contrariar e Raça Negra – que iniciaram carreira no anos 1980, mas só tiveram força em 1990 explodindo por todo o pais com letras românticas e levada lenta e sensível.  
Apesar do sucesso na primeira metade da década, o pagode só marcou época mesmo a partir do surgimento de grupos mais descontraídos, como Molejo, Raça Pura, Art Popular e Cia do Pagode. Essa maneira bem humorada e maliciosa de falar de "amor" fez com que grande parte dos nomes da época adotassem a tática. 
Funcionou. O pagode se firmou como principal mania daquele tempo e transformou a rivalidade com o axé em parceria. Mas nem para todos a música trazia somente diversão. Incontáveis foram os casos de pais que arrancavam os cabelos ao verem as filhas dançando na boquinha da garrafa ou os filhos cantando sobre a cabeça do pimpolho. Agora que a maioria dessas crianças são homens e mulheres já crescidos, o blog O Qe Faze??? separou 10 hits que você, filho, com certeza já foi proibido de dançar e você, pai, ou mãe, ao menos uma vez se indignou. 
Nega Vá é um dos exemplos de "união" entre axé e pagode com a descontração das letras maliciosas. A canção, que tinha a coreografia extravagante do É o Tchan, contagiou meninos e meninas. Mesmo que a inocência impedisse que grande parte entendesse o verdadeiro teor das letras, pouco agradou aos pais saber que seus filhos dançavam o hit por aí com os amigos. 
“De quem é o peitinho, nêgo? / Ele é seu, meu bem / De quem é o umbiguinho, nêgo? / Ele é seu também / E esse lindo piu-piu, neguinho? / Todo, todo seu / Então, chega pra cá / Pra recomeçar / Esse vai-e-vem”
9 - Vou Voltar Pra Sacanagem - Molejo
Em uma lista como essa jamais poderia faltar uma canção do Molejo. O conjunto sempre esteve no top 10 dos favoritos do público infantil, muito por conta de suas canções bem humoradas. Até mesmo quando fala de erotismo e outros temas que nada têm a ver com um conteúdo propriamente infantil, a "sutileza" e tom de sátira deixavam a criançada bastante envolvida. O mundo da música, na época, era outro, e pouco se preocupava com um possível "desvio de conduta" de um jovem por conta da letra de um hit. Era tudo pura diversão. Assim, Vou Voltar Pra Sacanagem virou sucesso entre a molecada e trilha sonora das brincadeiras de rua. 
“Vou voltar pra sacanagem, pra casa de massagem / Ali sempre foi meu lugar / Já tava com saudade das velhas amizades / Hoje eu vou me embreagar”
A voz fina de Netinho e o jeito romântico e inocente do Negritude Junior fizeram com que muita gente deixasse passar o verdadeiro significado de Tanajura, um dos grandes sucessos da carreira do grupo. Assim, o ritmo animado da música e o carisma do conjunto possibilitou o sucesso do hit não só entre adultos, mas também entres as crianças, apesar de não conter absolutamente nenhum tipo de apelo voltado para o público infantil. 
”Rebola banda / Vamos dançar La Bamba / Ficar de perna bamba / Remexe tanajura ah”
O refrão "simplão" e fácil de se memorizar, além de correr inteiramente em tom de brincadeira, deixou em segundo plano alguns trechos bastante explícitos desse sucesso de Os Morenos, que ficou famoso quando tocado pelo Exaltasamba. Versos como "se ele for uma gracinha, tô dentro, mas se tiver sem camisinha, tô fora" e "se é gostoso e maneiro, tô dentro, mas se for boiola, tô fora", além da mensagem claramente preconceituosa, colocavam em pauta uma discussão que passava longe daquilo que os pais gostariam que seus filhos pequenos pensassem. Mesmo assim, Tô dentro, Tô fora virou sucesso garantido entre as crianças
“Beijo na boca à noite inteira, tô dentro / Se o papo dele for bobeira, tô fora / E se ele for uma gracinha, tô dentro / Mas ele está sem camisinha, tô fora”
A sequência "vou não, quero não, posso não, minha mulher não deixa não" ganhou incontáveis versões ao longo do tempo, mas a inconfundível excentricidade do Molejo fez da música um verdadeiro hino da música nacional nos anos 1990. Essa particularidade do grupo fez passar despercebido versos como "tu quer fumar? Quero sim. Fumar o que? Ah...", que obviamente, em situações cotidianas, jamais poderiam ser ouvidas pelas bocas de crianças. Mas quando o assunto é Molejo, (quase) tudo está liberado, e até um pagode "proibidão" como este vira hit infantil. 
“Ei, tu quer beber? / Quero sim / Beber o que? / Wiskzin / Tu quer fumar? / Quero sim / Fumar o que? / Ahhhh...”
"No samba ela me diz que rala...", a verdade é que dançar na boquinha da garrafa virou uma espécie de brincadeira de rua após a explosão da música. O tom bem humorado e a sutileza com a qual a letra falava de coisas obviamente impróprias para menores, aliviou, de certa maneira, muitos dos adultos que não conseguiam impedir seus filhos de participar da diversão, o que fez Na Boquinha da Garrafa ser tratada de maneira altamente inocente. 
“Vai ralando na boquinha da garrafa / É na boca da garrafa / Vai descendo na boquinha da garrafa / É na boca da garrafa / Desce mais, desce mais um pouquinho / Desce mais, desce devagarinho” 
Se você cresceu na década de 90, com certeza em ao menos uma excursão de escola cantou essa música. Claro, sem fazer a mínima ideia do que a letra realmente dizia. Na voz de Alexandre Pires, A Barata não chega a falar com erotismo, mas sim fazendo piada mesmo. A fórmula, bem bolada, deu certo, e a canção fez sucesso desde seu lançamento, em 1993, e até hoje aparece de vez em quando por aí. 
“Diz aí Serginho o que cê vai fazer / Eu vou comprar uma furadeira pra me defender / Ele vai dar uma furada na barata dela/ Ele vai dar uma furada na barata dela / Diz aí Alexandre o que cê vai fazer / Eu vou comprar uma bombinha pra me defender / Ele vai dar...”
Depois do lançamento de Dança do Maxixe, não houve mais uma festa de salão ou barraca de praia onde não houvesse, em algum momento, um homem no meio com duas mulheres fazendo sanduíche. E de todas as idades. "A que chegar, eu traço" é um dos trechos mais fortes da letra, que pouco importava, já que, neste caso, a coreografia era o grande atrativo da canção. Foi mais um sucesso nacional que virou hit de criança. Este não chegou a ser censurado mas, mesmo assim, foi responsável por muitos castigos aplicados aos filhos pelos pais durante os anos 1990.
“É a dança do maxixe, é a dança do maxixe / É um homem no meio com duas mulheres fazendo sanduiche / Pois é gatinha pode vir você, as suas amigas, que vai pra todas / A que chegar eu traço / Tem salsicha, calabresa, presunto, tem queijo, tem tudo”
Apesar de uma óbvia mensagem subliminar, o hit do Raça Pura em poucos casos sofreu resistência da mídia. Frequentemente, o grupo se apresentava em programas de auditório e cantava a música com a plateia a plenos pulmões. Foram mais de 100 mil cópias do single vendidas, e a música se transformou em uma espécie de hino do setlist das excursões escolares. 
“Esse pinto não é mole / Esse pinto é safado / Não consegue dormir / Sem ter uma galinha ao lado / E pra dormir / Tem que coçar a cabecinha / Fazendo um cafuné / Coitadinha dessa galinha”
Talvez um dos principais casos de pagodes um pouco mais explícitos da época, Pimpolho também adotou o ar de sátira, mas longe da sutileza do Molejo. A música chegou até a ser censurada em algumas rádios, mas não adiantou. Virou hit entre crianças, jovens e jovens adultos, deixando os mais velhos ainda mais indignados. 
Pimpolho é um cara bem legar / Pena que não pode ver mulher / Na dança ele já pede prá baixar / Já pede prá baixar / Ela quer parar ele não quer / Ela tá dançando / E o Pimpolho tá de ôio / Cuidado com a cabeça / Do Pimpolho.”

Fonte: Terra.

Autor: Giulio Cesar C. P.

25 anos de “Batman – o filme”


Transformar Histórias em Quadrinhos em filmes pode ser comum nos dias de hoje mas nem sempre foi assim. Quando Tim Burton lançou “Batman – o filme” em 1989, ninguém sabia se daria certo. A excentricidade de Burton era questionada e sua escolha por Michael Keaton para viver Bruce Wayne/Batman era ridicularizada por fãs e mídia. Entre as preocupações da Warner figuravam ainda o temor de o programa de tv estrelado por Adam West, afetar o filme por ser a maior referência do personagem para o grande público.

Fotos: divulgação
Fotos: divulgação

Nesta última semana, se passam 25 anos do lançamento do filme que trouxe , alem de Keaton ,  Jack Nicholson como o Coringa e Kim Basinger, no auge da beleza, como o interesse romântico de Bruce Wayne.
Jack Nicholson, a propósito, inaugurou na ocasião uma nova modalidade de cachê em Hollywood que hoje é praxe. Na contramão das desconfianças do estúdio, Ele resolveu apostar forte no filme. Aceitou o pagamento mínimo previsto pelo sindicato dos atores e colocou em contrato que o restante de seu cachê deveria ser pago com 15% da bilheteria total da produção. A Warner topou, crente que estaria barateando o passe de um dos maiores astros de Hollywood. “Batman – o filme”, no entanto, faturou U$ 412 milhões, recorde até então e uma monstruosidade de dinheiro para os padrões de 1989. As adaptações de HQs eram um sucesso e Batman, em particular, passava a ser o grande talismã da Warner. Foram mais seis filmes desde então. Para bem ou para o mal, nenhum reproduziu a perplexidade deste exemplar dirigido por Tim Burton. O segundo filme dirigido porChristopher Nolan, “Batman – o cavaleiro das trevas” (2008) amealhou relevância ímpar para uma adaptação de HQ, mas o próprio não existiria se Burton não tivesse surpreendido a todos em 1989.


Kim Basinger, também em cartaz com "9 e 1/2 semanas de amor", era mania no final dos anos 80
Fotos: divulgação
Em “Batman – o filme”, ainda que soturno, o personagem não inflexiona as questões existenciais ensejadas por Chistopher Nolan em sua recém-encerrada trilogia. Mas o aspecto sombrio do personagem está lá, esmerado em uma complexidade que Burton expõe visualmente. Sua Gothan City é menos realista do que a de Nolan, mas mais intimidadora. Isso porque Burton trabalha na mesmo tom as sombras da cidade e dos personagens. A angústia de Wayne não é menos nociva do que a loucura do Coringa e a aparente falta de sobriedade na mise-en-scène reforça justamente o aspecto fantástico inerente aquele universo, mas que como em toda boa ficção fala à realidade com indefectível propriedade.


Dupla dinâmica: Nicholson riu por último em matéria de remuneração, mas perdeu o posto de "Coringa definitivo" para Heath Ledger
                               Fotos: divulgação





Por : Julio Cesar                  Fonte: Omelete


Imagem retirada da internet

Brasil e Chile fizeram um jogo nervoso neste sábado, no Mineirão, pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2014. Com o 1 x 1 no tempo normal, o jogo foi para a prorrogação e, sem alteração do placar, pênaltis, vencida por 3 x 2 pela seleção graças a duas defesas de Julio Cesar.
Antes dos 15 minutos de jogo, cada lado já havia reclamado de um pênalti a seu favor, nenhum deles assinalado pelo árbitro inglês Howard Webb. E o primeiro gol saiu aos 18 minutos, em cobrança de escanteio de Neymar que David Luiz e Jara dividiram na área e a bola acabou no fundo das redes de Bravo.
A seleção teve algumas boas chances nos minutos seguintes e fazia boa atução defensiva. No entanto, uma lateral cobrada de forma displicente levou ao gol de Alexis Sánchez. Erro de toda a defesa canarinho, que se desligou por um instante e permitiu que Vargas tomasse a bola em devolução curta de Hulk para Marcelo e cruzasse para o companheiro, na cara do gol, fuzilar.
O Brasil continuou pressionando e teve boas chances com Neymar, de cabeça, Fred e Daniel Alves, mas a defesa chilena e o goleiro Bravo salvaram. Em outra saída errada da defesa brasileira, o Chile quase virou, mas David Luiz e Fernandinho conseguiram se recuperar a tempo.
Aos 10 minutos do segundo tempo, Hulk marcou, mas teve o gol anulado. O atacante canarinho dominou a bola com o braço e recebeu o cartão amarelo. Aos 19 minutos, saiu Fred e entrou Jô. Aos 27, saiu Fernandinho, mancando, e entrou Ramires.
O Brasil perdia o controle do jogo, e o Chile tocava a bola sem problemas em seu campo de ataque. Mas de nada adiantou: a equipe brasileira continuou perdida em campo e, não fosse Julio Cesar salvar em chute de Aránguiz, o jogo terminaria aos 90 minutos. Mas foi para a prorrogação.
E a seleção canarinho voltou melhor para o tempo extra. Adiantou a marcação, tocou a bola e conseguiu manter os chilenos mais longe do gol de Julio Cesar. E teve boas chances com Jô, Hulk e Oscar, mas os brasileiros sempre pararam nas boas defesas de Bravo. Pinilla ainda carimbou o travessão nos minutos finais. O Brasil respondeu com arrancada de Neymar e toque para Hulk, que a defesa roja desviou para escanteio. Ramires ainda arriscou de fora da área após a cobrança, mas a bola foi para fora. E a decisão ficou para os pênaltis.
David Luiz abriu a cobrança de penalidades com gol, e Julio Cesar defendeu o chute de Pinilla. Willian desperdiçou, e novamente o goleiro brasileiro salvou na cobrança de Sánchez. Marcelo fez 2 x 0 e Aránguiz descontou. Bravo defendeu o pênalti de Hulk e Diaz empatou. Neymar não decepcionou e deixou a seleção à frente. Jara acertou a trave e classificou o Brasil para as quartas de final da Copa do Mundo em sua casa.
Fonte:espn.com.br                                             Autor: Lucas Nunes