Lages na visão de Mushue Hampel

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Imagem retirada da internet
Na ultima terça-feira (24), a Universidade do Planalto Catarinense (uniplac), recebeu a presença do secretário do meio ambiente e serviços públicos Mushue Dayan Hampel Vieira. Na ocasião, Hampel que também é vereador pelo município de Lages debateu com os alunos da primeira fase de jornalismo diversos temas que dizem respeito a cidade, além disso respondeu a varias dúvidas dos acadêmicos presentes.

O secretário deu ênfase a alguns pontos da sua gestão. Segundo ele desde que assumiu o cargo, são visíveis as melhorias em várias áreas da cidade. Dentre os temas abordados, ele destacou as reformas na rodoviária e no aeroporto e também falou sobre os cuidados com dois dos principais pontos turísticos de Lages: o parque Jonas Ramos (tanque) e o Morro da Cruz. Para Hampel essas melhoras contribuem tanto na qualidade de vida do cidadão, como também deixam a cidade visualmente mais bonita.

Hampel citou ainda os diversos campos onde o meio ambiente e a defesa civil atuam. Situações que vão desde alagamentos e desmoronamentos a resgate de animais e outras situações inusitadas, sempre realizando os serviços com agilidade e precisão, o que deixa claro a importância desses órgãos públicos para a população. No final da entrevista, o secretário deu a sua opinião sobre o colégio Aristiliano Ramos. Segundo ele a demolição seria a atitude mais correta, já que assim ampliaria o calçadão e não diminuiria em nada o valor sentimental e o que a escola representa para a cidade.

Sem dúvidas, a oportunidade de conversar e entrevistar uma pessoa com essa relevância dentro de Lages, acrescentou muito conhecimento e será de grande importância para todos os alunos na continuidade do curso.

                             Parque Jonas Ramos: Parte da história de Lages

Quem simplesmente vê o parque hoje, frequentado por mães passeando com carrinhos de bebê e por adolescentes que jogam basquete e conversam animadamente, não imagina que sua história remonta aos tempos da fundação de Lages. Chamado até hoje pelos mais velhos de "tanque", o local era usado pelas mulheres para lavar roupas - e as crianças aproveitavam para tomar banho. O lago, hoje urbanizado e ocupado por pedalinhos, foi construído por volta de 1771 a partir de um pequeno córrego represado, para que as mulheres pudessem realizar essas atividades sem correr o risco de ataques de índios e de animais, como eventualmente ocorria nos rios. A iniciativa foi de Correia Pinto, o fundador da cidade. Uma antiga lenda diz que, desde que uma mãe abandonou o filho recém-nascido no local, deixando-o morrer afogado, o lago abriga uma serpente gigante, que só não escapa e ataca a cidade graças à proteção de Nossa Senhora dos Prazeres. 




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